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31% dos homens não têm o hábito de ir ao médico, segundo pesquisa

31% dos homens não têm o hábito de ir ao médico, segundo pesquisa  Imagem: divulgação
Braço do Norte - 11/08/2016 - 17:53h

O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (11) da semana do Dia dos Pais os dados sobre a saúde do homem no Brasil. Infelizmente, 31% deles ainda não têm o hábito de ir ao médico. De acordo com o levantamento, em muitos os casos os brasileiros têm medo de descobrir um problema, outros pensam que não ficam doente ou até mesmo que uma consulta pode interferir na sua imagem na família.
Porém, sem saúde não há também Dia dos Pais para ser comemorado. Já que os homens não procuram por um acompanhamento médico, morrem mais cedo que as mulheres de doenças que poderiam ser prevenidas, como acidentes vasculares, infartos, cânceres e problemas no aparelho digestivo. O que o ministério mais ouviu de 55% dos entrevistados foi que não buscam um médico porque nunca precisam.
As entrevistas foram feitas por telefone ao longo do ano de 2015. Mais de seis mil homens cujas parceiras fizeram parto no SUS participaram, sendo que 80% tinham entre 20 e 39 anos e 67,3% relataram renda entre um e dois salários mínimos. Quase metade eram casados (49%) e apenas 36,9% completaram nível médio de escolaridade.
De acordo com dados do IBGE, os homens vivem, em média, sete anos a menos que as mulheres. A expectativa de vida deles é de 71 anos, enquanto a da delas aumenta para 78 anos. Acidentes de trânsito e a violência influenciam para que isso aconteça, mas os problemas de saúde também.
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, declarou que os brasileiros procuram menos o atendimento médico porque "trabalham mais do que as mulheres e são os provedores" da família. Os homens teriam menos tempo que as companheiras, e menor preocupação com a saúde seria uma questão de hábito e cultura.
Diferente do Barros afirmou, e segundo o IBGE, as mulheres são quem têm menos tempo livre. Em levantamento divulgado em 2014, são cinco horas de trabalho a mais por semana se consideradas também as tarefas de casa. Há dez anos, a diferença era menor: quatro horas.
O governo aproveitou a semana do Dia dos Pais para lançar o Guia do Pré-Natal do parceiro, com objetivo de “conquistar” o paciente quando ele for acompanhar a parceira gestante em seus exames de rotina. O problema é que, apesar deste momento ser o que eles ficam mais próximos aos serviços de saúde, 56% afirmaram que o foco foi apenas as mães.
 
Fonte: http://saude.ig.com.br/2016-08-11/saude-homem.html


Por: André Wendhausen

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